Nepia. Não me venhas com histórias e teorias brilhantes e bem construídas acerca do Tempo e da Mudança, parece-me a mim que esses são Deuses acerca dos quais não valem a pena grandes filosofias; parece-me a mim que o melhor a fazer é admirá-los de longe, como seres imutáveis de outra galáxia.
E, se achas que está mais in, vamos lá pela onda ZEN. Vou-te falar do Presente, e centrar-me do momento actual, sem ir mais longe no Universo:
Eu não te conheço.
Sim, - obviamente - na teoria sei quem tu és. (Pudera!) Mas não és aquela que eu conheci (ou então fui eu que não te conheci e supus que eras alguém que não eras).
E mais, queres saber uma coisa? Parecem-me tão efémeras algumas Personalidades... Ou não. Se calhar são as camadas que mudam, os modos de nos protegermos - a meu ver, desnecessariamente - uns dos outros e de lutarmos para não mostrarmos quem realmente somos, enquanto dizemos a nós mesmos - sim, também porque está in - que não, que não temos preconceitos e que sim, aqueles somos nós; enquanto fingimos que a Moda e o "parecer bem" não importam, que não temos coisas das quais não gostamos simplesmente porque nos pareceu melhor assim e que se passássemos na rua e todos olhassem de lado não nos importávamos, porque aqueles éramos Nós.
Se calhar as pessoas que nos parecem constantes são simplesmente aquelas que já se descobriram, que largaram as capas e casacos pretos e às cores e às bolinhas, e de seda e metal... ou então decidiram quais o que queriam manter. Quais os casacos de que precisavam para não apanharem frio.
Se calhar.
Mas, voltando ao fio que procurava explicar, ao novelo que gostava que desenrolasses... Para mim tu agora és um país novo, uma viagem de exploração ao interior. E enquanto que algumas terras perdem o interesse com o passar do tempo - sem acusar, acção da erosão para a minha vista; se calhar para ti são o Paraíso - e das marés e das camadas, outras ganham vigor e crescem-lhes folhas mais novas e mais verdes.
Ou de novas cores.
Por isso, só me apetece perguntar-te, se pudesse esquecendo tudo o resto:
"Queres brincar comigo"
E, se achas que está mais in, vamos lá pela onda ZEN. Vou-te falar do Presente, e centrar-me do momento actual, sem ir mais longe no Universo:
Eu não te conheço.
Sim, - obviamente - na teoria sei quem tu és. (Pudera!) Mas não és aquela que eu conheci (ou então fui eu que não te conheci e supus que eras alguém que não eras).
E mais, queres saber uma coisa? Parecem-me tão efémeras algumas Personalidades... Ou não. Se calhar são as camadas que mudam, os modos de nos protegermos - a meu ver, desnecessariamente - uns dos outros e de lutarmos para não mostrarmos quem realmente somos, enquanto dizemos a nós mesmos - sim, também porque está in - que não, que não temos preconceitos e que sim, aqueles somos nós; enquanto fingimos que a Moda e o "parecer bem" não importam, que não temos coisas das quais não gostamos simplesmente porque nos pareceu melhor assim e que se passássemos na rua e todos olhassem de lado não nos importávamos, porque aqueles éramos Nós.
Se calhar as pessoas que nos parecem constantes são simplesmente aquelas que já se descobriram, que largaram as capas e casacos pretos e às cores e às bolinhas, e de seda e metal... ou então decidiram quais o que queriam manter. Quais os casacos de que precisavam para não apanharem frio.
Se calhar.
Mas, voltando ao fio que procurava explicar, ao novelo que gostava que desenrolasses... Para mim tu agora és um país novo, uma viagem de exploração ao interior. E enquanto que algumas terras perdem o interesse com o passar do tempo - sem acusar, acção da erosão para a minha vista; se calhar para ti são o Paraíso - e das marés e das camadas, outras ganham vigor e crescem-lhes folhas mais novas e mais verdes.
Ou de novas cores.
Por isso, só me apetece perguntar-te, se pudesse esquecendo tudo o resto:
"Queres brincar comigo"

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